Música


Músicos egípcios e seus instrumentos


Les maîtres Musiciens de la Renaissance Française
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Estudos de flauta transversal
Página de James Galway, famoso flautista britânico
A evolução da história da flauta transversal
Conhecimentos técnicos sobre a flauta transversal

Música on-line, com jukebox e seleções desde a década de 40 - Confira!


Toccata e Fuga em Ré Menor de J. S. Bach



ÍNDICE
  • E então, a música...
  • Experiência musical
  • Apresentações em público
  • Participação em concursos
  • Arquivos disponíveis sobre história da música
  • Você sabia que...?
  • Musicografia

  • E então, a música...
    A música sempre esteve presente na vida humana. Compositores famosos tomaram emprestadas idéias de assobios, cantos de pássaros, ruídos e outras fontes para construírem obras magníficas, que encantam os ouvidos de pessoas no mundo inteiro. A criatividade humana é infinita, tanto quanto seu gosto e apreço pela música.
    Apesar de não termos registros musicais do homem pré-histórico, é fácil acreditar-se que este já possuía musicalidade; a própria fala humana é melodiosa em si mesma, e a voz bem treinada é resultado de um aparelho sonoro bastante complexo (a boca, as cordas vocais, os seis nasais e o nariz). Assim, mesmo não tendo registros escritos, podemos imaginar como a "arte das artes" vem se mostrando presente na vida cotidiana de homens e mulheres, de todas as raças, cores e estados sociais.
    A música é algo que toca o mais profundo de nossa alma. Torna-se importante, portanto, para qualquer pessoa interessada no assunto, compreender as tendências e a evolução da música; a compreensão da evolução musical é, concomitantemente, a própria compreensão da evolução humana.
    Quando ouvimos uma peça musical, ou quando assobiamos uma melodia qualquer, nosso ser como um todo engaja-se em uma atividade que, além de lúdica, traz à mente visões oníricas as mais variadas. Podemos dizer mesmo que a música liberta os sentimentos humanos, deixa aflorar toda uma sensibilidade inata que nos faz diferentes dos animais irracionais (mesmo eles, porém, respondem positiva ou negativamente a estímulos musicais; há relatos de pessoas que afirmam terem encontrado respostas fisiológicas em plantas submetidas à música erudita. A ciência, porém, não crê que tais relatos sejam evidência confiável). Essa manifestação psicossomática, tão exacerbada em alguns e mais recatada em outros, pôde e pode ser explorada de maneiras bastante peculiares e diferentes por aqueles que se dedicam à composição musical.
    Nesse aspecto, é clara a distinção entre composições do período clássico e outras mais tardias, como as do nacionalismo do final do século XX. A distinção de estilos musicais só é possível quando se estuda a música a partir de uma ótica histórica e contextual. A análise dos diferentes estilos musicas nos permite investigar a atividade intelectual do homem, do músico, do leigo. A menção que se faz da trajetória histórica como colaboradora da evolução humana é verdadeira no caso da história musical do homem.
    Como ciência, a música se revela inquiridora, objetiva, espetacularmente ímpar em toda sua ampla gama de variáveis. Oferece ao estudioso um conjunto de elementos que variam do complexo ao simples, do profundamente teórico ao mais elementar da práxis. Essa visão científica da música, tão variadamente difundida desde os tempos da filosofia grega clássica, encontrou adeptos da física, da matemática e de outros ramos do pensamento lógico-associativo que tentaram defini-la como uma área mensurável (Pitágoras, um filósofo e matemático grego que viveu no séc. VI a.C., acreditava que a música e a matemática poderiam fornecer a chave para os segredos do mundo. Acreditava que os planetas produziam diferentes tonalidades harmônicas e que o próprio universo cantava. Essa crença demonstra a importância da música no culto grego, assim como na dança e nas tragédias do teatro grego clássico). Não é de se estranhar que os gregos tenham adotado, para as notas musicais, as próprias letras de seu alfabeto, numa identificação clara entre sua metodologia pragmática e a música.
    Como arte, a música se revela inspiradora, subjetiva, fomentadora do gênio humano. É uma atividade básica, social e cultural de todas as sociedades humanas. Ela é, merecidamente, a "arte das artes" por excelência, sem, contudo, menosprezar as outras artes. A música influencia o humor das pessoas, faz o trabalho ser realizado de forma mais prazerosa, dá ânimo ao estudo, contagia multidões e faz reviver momentos únicos da existência humana. Ela pode ser nostálgica, alegre, eletrizante, fúnebre, celebradora, enérgica; pacificadora, meditativa, fantástica, onírica, reveladora das paixões e da intimidade da alma - tal como a entendemos como sendo o berço das emoções - e, sobretudo, estimuladora do intelecto e da imaginação que fazem do Homo sapiens uma criatura, entre tantas do planeta, estritamente musical.

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    Experiência musical
    Minha experiência com a música, tanto a teórica quanto a prática instrumental, é quase que exclusivamente de forma autodidática. Aprendi a tocar flauta-doce soprano por volta dos treze anos, junto ao meu grande amigo, André Victor Lucci Freitas. Estudávamos teoria e escalas na flauta-doce a partir de manuais e livros de teoria musical, como o conhecidíssimo "Bona". Por essa época, comecei a aprender os fundamentos da teoria musical avançada e seis meses depois já conseguia ler partituras simples, sem grandes dificuldades, em clave de sol. A aquisição da leitura da clave em fá ocorreu um pouco mais tarde, quando comprei uma flauta-doce baixo e uma flauta-doce tenor.
    Em 1986, eu e o André fomos convidados por outros dois amigos, Paulo e André Luiz, para formar um grupo musical. O nome sugerido para este quarteto foi Sopros & Notas (Veja, por favor, o conteúdo referente às
    Apresentações em público para conhecer um pouco mais a história deste grupo).


    Tocando flauta-tenor durante a III Cipatec, no Instituto Federal de São Roque.
    Heber Bensi, servidor na mesma instituição, acompanha a música "Koujo-no Tsuki" (música tradicional japonesa) na guitarra.

    Alguns anos mais tarde, comprei uma flauta transversal e iniciei, também autodidaticamente, o estudo deste instrumento, que é muito diferente da flauta-doce em técnica e sonoridade. Tive grandes experiências, muito gratificantes, em organizar e ensaiar corais variados para apresentações em igrejas e outros eventos. Participei de dois concursos musicais, enviando obras originais. De 1999 a 2001, dediquei-me a compor peças variadas, utilizando o programa Encore 4.1TM, e disponho de aproximadamente 55 peças em partitura e em arquivo digital.



    Tocando flauta-tenor com o André Victor (flauta-soprano) em 18 de fevereiro de 2012.

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    Apresentações em público

  • Formação inicial
    Minha primeira participação em grupo musical ocorreu no Sopros & Notas, um quarteto de flautas-doces que se apresentou pela primeira vez em 1987. Posteriormente, participei do grupo Zebu Trifásico.


    Atividade recente: apresentações durante a III Cipatec, no Instituto Federal de São Roque.
    À esquerda: apresentando a flauta-doce baixo; à direita, afinando a flauta-doce tenor.


    Alguns momentos durante a apresentação na III Cipatec, no Instituto Federal de São Roque.


    Grupo Sopros & Notas
    1. Estréia do Grupo Sopros & Notas, formado pelo quarteto de amigos André Victor Lucci Freitas, André Luiz Pinto Tavares, Fernando Santiago dos Santos e Paulo Roxo Barja, na Associação dos Funcionários da Cosipa, Santos-SP (1987). Este evento foi publicado no Jornal A Tribuna, de Santos-SP, no dia 11 de abril de 1987.

      As imagens abaixo referem-se a releases de jornal lançando o grupo, programas realizados e outras atividades do Grupo Sopros & Notas. Detalhe: ainda não dispúnhamos de computador, portanto todos os programas de concerto eram datilografados!

    2. Apresentação na V Reunião Internacional de Camonistas, na Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP (São Paulo-SP), junto ao Madrigal "Ars Viva", sob regência do maestro Roberto Martins. Artigo publicado no Jornal A Tribuna, Santos-SP (22/07/1987).

    3. Apresentação na Associação Filatélica de São Vicente, São Vicente-SP (29/08/1987).

    4. Apresentação no anfiteatro do Colégio Canadá, Santos-SP (11/11/1987).

    5. Apresentação no anfiteatro do Colégio Canadá, Santos-SP (09/12/1987).

    6. Apresentação no Sindicato do Comércio Varejista (Santos-SP), junto ao Madrigal "Ars Viva", sob regência do maestro Roberto Martins (12/08/1988).

    7. Apresentação no Salão Nobre do Mendes Plaza Hotel (Santos-SP), junto ao Madrigal "Ars Viva", sob regência do maestro Roberto Martins (09/07/1989).

    8. Concertos de Natal, na Praça do Sesc e no Gonzaga, em Santos-SP (13 a 24/12/1991).


    Grupo Zebu Trifásico

    1. "Música Antiga e Muito Antiga", Unicamp, Campinas-SP. Instituto de Biologia (01/12/1992) e Instituto de Física (02/12/1992).

    2. "Música Antiga, Muito Antiga e Nem Tanto", Unicamp, Campinas-SP (1993).

    3. "O Espectro Harmônico Contra o Fantasma da Competição Passada", Unicamp, Campinas-SP. Instituto de Biologia, Sala da Congregação (08/11/1994) e Instituto de Física, Auditório IF-13 (09/11/1994).

    4. "O Espectro Harmônico Contra o Fantasma da Competição Passada", versão sarau, Campinas-SP (10/12/1994).

    5. Apresentação de programas no projeto "Euterpe & Urânia - Música nas Estrelas", observatório Municipal de Campinas Jean Nicolini (1994).

    6. "Música Antiga, Muito Antiga e Nem Tanto - Música e Poesia", IV Congresso Brasileiro de Lingüística Aplicada (1995).

  • Apresentações posteriores
    Depois de participar do Sopros e Notas e do Zebu Trifásico, venho atuando de forma mais autônoma. Desde 1996, tenho participado de corais, grupos de música gospel e performances variadas.

    Orgone Companhia de Arte


    1. Espetáculo Aqueles Dias Vermelhos, sob direção de Renato di Renzo, no teatro do Sesc, Santos-SP (12/03/2000). Neste espetáculo apresentei, ao vivo e solo, músicas de Chico Buarque de Holanda, em flautas variadas.


      Comemoração ao Dia Internacional da Mulher, 08 de março de 2002.
      Toquei flautas transversal, baixo, sopranino, tenor e contralto, interpretando músicas de Chico Buarque de Holanda.

      A divulgação do espetáculo foi feita nos jornais: A Tribuna (05/03/2000), A Tribuna/Caderno Tribu (07/03/2000) e Jornal da Orla (05 e 12/03/2000), Santos-SP.


    Oficinas do Sesc
    1. Coordenei, junto a Adriana Marques, Fabiana Elias e Paulo Roxo Barja, a oficina "Expressão Artística", no Projeto Especial de Férias para Jovens, no Sesc de Santos-SP (julho de 2001). Participaram desta oficina cerca de 30 jovens.


    Tehilah Companhia de Arte Gospel
    1. Sob coordenação de Fabiana Elias, coordenei a performance de Natal, tocando flautas variadas. Santos-SP (25/12/2003).


    III Cipatec - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - campus São Roque
    1. No dia 03 de junho de 2011, apresentei diversas músicas medievais, renascentistas, barrocas, clássicas e românticas com flautas-doces sopranino, soprano, alto, tenor e baixo. A seguir, alguns momentos:

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    Participação em concursos
    1. Inscrição da obra Reflexões sobre a natureza do homem no I Concurso Nacional de Composição "Gilberto Mendes", através do Ofício 020/2002, da Orquestra Sinfônica Municipal de Santos e Secretaria da Cultura de Santos (Santos-SP, 2002). Publicação no Diário Oficial de Santos (21/02/2002)

    2. Inscrição das obras Requiem, um refrigério para a alma e Águas, trilhas dos sons no Encontro de Compositores e Intérpretes Latino-Americanos, através da Fundação de Educação Artística (Belo Horizonte-MG, 2002)
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    Arquivos disponíveis sobre História da Música
    Os arquivos abaixo são fichas de estudo da História da Música Ocidental. Basicamente, as fichas compreendem os períodos da Antigüidade Clássica, Idade Média, Renascença, Barroco, Classicismo, Século XIX e Música Contemporânea. Todos as fichas são de minha autoria.

    Arquivos para impressão direta, em formato Word(R) ou PDF:

  • [Ficha 1] - [Ficha 1] - Música da Antigüidade, do Período Pré-histórico e Música Oriental
  • [Ficha 2] - [Ficha 2] - Música da Idade Média
  • [Ficha 3] - [Ficha 3] -Música da Renascença
  • [Ficha 4] - [Ficha 4] - Música do Barroco
  • [Ficha 5] - [Ficha 5] - Música do Período Clássico
  • [Ficha 6] - [Ficha 6] - Música do século XIX
  • [Ficha 7] - [Ficha 7] - Música do século XX
  • [Quadro sinóptico] - [Quadro.pdf] - Quadro resumido dos períodos da música ocidental e seus estilos

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    Você sabia que...
  • Várias grutas que serviram de palco para as descobertas arqueológicas do nosso passado histórico revelam a presença de pinturas que retratam, de certa maneira, cenas em que nossos ancestrais se mostram batendo paus, mãos ou outros objetos? Estas cenas são uma clara alusão ao uso de instrumentos musicais rudimentares. Musicólogos defendem a idéia de que os instrumentos de percussão foram os primeiros a serem construídos e usados pelo homem primitivo.
  • Richard Wagner tinha uma certa "queda" pelo número 13? Confira aqui.

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    Musicografia
    Clique no título de cada obra (apenas a primeira página da partitura é mostrada) para ouvir a obra completa:

    Arquivo 1 - Arquivo 2 (somente piano)